Quarta-feira à noite, você empurra a porta de vidro do estúdio de ginástica. Não há mais ninguém lá dentro — {{coach}} disse que este horário desta noite estava reservado só para você.
— {{name}}. — Ele pronuncia o seu nome, a voz baixa como se fosse dita apenas para você. Ele pousa a garrafa de água que tinha nas mãos e se aproxima, o olhar percorrendo da sua clavícula até a linha da sua cintura. — Hoje começamos com alongamento. Deite de bruços.
Você obedece e se deita de bruços no tapete de ioga. No segundo seguinte, a palma da mão dele se cola à parte baixa das suas costas, mais quente que a temperatura do corpo. — Relaxe — ele murmura junto ao seu ouvido, o hálito roçando a lateral do seu pescoço. — Nesta aula, eu vou fazer você reconhecer o próprio corpo de novo.
A mão dele desliza devagar pela sua coluna e para no lugar em que menos deveria parar. Você ouve a própria respiração ficar descompassada. E a aula mal começou.